Acabou a brincadeira.. dia de voltar.
Nossa missão estava cumprida. Restava tomar o café da manhã, arrumar as nossas tralhas, carregar o carro de apoio com as malas e as guerreiras bicicletas e pegar a estrada de volta para São Carlos.
A pousada Jovimar tem bastante propaganda na cidade, e também por ser uma das pousadas oficiais do Caminho da Fé nos decepcionou. O café da manhã não foi ruim, foi horrível. Alguns bules de leite estavam entupidos de tanta nata boiando. O café estava frio e uns biscoitos além de quebrados estavam murchos. Pra completar o pacote: pratos sujos e formigas passeavam na mesa e outras boiavam na jarra de suco.
Não é exatamente o que ninguém espera de um café da manhã, ainda mais pagando relativamente caro. Não pelo cardápio em si, mas pelo desleixo, falta de higiene e respeito ao peregrino. Tivemos em lugares muito mais simples, onde um café com leite e um pão com margarina estavam "no capricho".
Mas esse pequeno problema na nossa despedida de Aparecida não estragou nada. O astral continuou legal na trupe, mesmo sendo a hora de partir e os seis se apertarem no carro de apoio para encarar 400km de estrada de volta para São Carlos.
Fizemos um "escala" em São José dos Campos pra deixar a bike do Leiva na casa dele e também para esticar as pernas e de lá seguimos viagem. Almoçamos pela estrada e chegamos em Sanca por volta das 2 da tarde onde a trupe se despediu. Por conta do horário que chegamos, ainda dava para os peregrinos darem uma relaxada antes de aproveitar o réveillon.
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30 de Dezembro de 2011
6o. dia de pedal
Campos do Jordão – Piracuama - Pindamonhangaba - Aparecida
Total rodado no dia: 79,73 km
Total acumulado: 536,57 km
Tempo pedalado no dia: 3h32min
Tempo pedalado acumulado: 37h23min
Velocidade Média do dia: 22,4 km/h
Velocidade Máxima do dia: 59,1 km/h
Acordamos tarde, por volta das 8h e tomamos o café e arrumamos toda a tralha num ritmo bem tranquilo, isso porque os cerca de 80km que nos aguardava nesse último dia era a grande descida da serra de Campos e depois um trecho bem plano até Aparecida. Nosso destino já estava próximo depois de 5 dias de pedal puxado.
Depois de tudo arrumado para a partida, saímos da pousada quase às 11h00!! As patroas partiram direto para Aparecida no carro de apoio e nós fizemos uma parada rápida num posto ainda em Campos onde descolamos uma ducha na relação das magrelas e calibramos os pneus, deixando eles mais duros por conta do asfalto que nos esperava.
Fizemos uma parada para fotos no mirante saindo da cidade. Encontramos por lá um grupo grande de turistas caminhando e uma mulher treinando correndo forte morro acima.. impressionante. Começamos então a descer a serra pela rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro. Esse é o caminho oficial para os peregrinos de bicicleta. Os caminhantes fazem um caminho paralelo por terra.
Pegamos um vento forte contra que não nos deixava ir tão rápido como das outras vezes. Próximo ao túnel, ficamos espertos porque tínhamos sido avisados na pousada sobre um bueiro aberto lá dentro. Foi tudo ok, mas realmente um descuido poderia acabar com a nossa brincadeira.
Depois do final da serra, viemos bem fortes nos planos trocando vácuo e tal. Na entrada de Pinda, perto da ponte, paramos para uma garapa e rapadura. O Cielo tava quase pregando, foi bom pra ele dar uma energizada.
Dentro de Pinda encontramos a pousada fechada e então fomos informados que uma tal pousada Fortaleza agora fazia os carimbos, já saindo da cidade.
Encontramos muitos buracos depois de Pinda, mas ainda assim deu para trocarmos vácuo e seguir rápido para o nosso ponto final. Chegamos exatamente às 14h20 na basílica nacional. Mesmo depois de outras vezes, a chegada por lá é sempre emocionante!!
Passamos pela imagem para rezar um pouco e agradecer pelo sucesso da viagem. Toda a viagem foi muito boa, apesar de todo o esforço já esperado para uma aventura dessas, e não tivemos nenhum problema sério. Depois ficamos conversando e descansando um pouco. Pegamos então os certificados na secretaria e claro fizemos umas fotos na frente do imponente santuário.
As meninas foram comprar umas lembranças enquanto a gente seguiu com as bikes para a Pousada Jovimar, que fica a 1km da basílica, voltando pelo próprio caminho da Fé. A pousada já estava reservada. Ficamos em 3 quartos separados. Tivemos que pegar umas escadarias bem íngremes para subir para os quartos, o que com as pernas cansadas e empurrando as magrelas não foi nada fácil.
Depois do banho nos encontramos na recepção e tomamos umas cervejas para variar. Depois as meninas chegaram e ficamos batendo papo. Mais tarde fomos até um restaurante no centro onde pegamos até uma torre chope :)
29 de Dezembro de 2011
5o. dia de pedal
Total rodado no dia: 59,43 km
Total acumulado: 456,84 km
Tempo pedalado no dia: 6h02min
Tempo pedalado acumulado: 33h51min
Velocidade Média do dia: 9,8 km/h
Velocidade Máxima do dia: 54,3 km/h
Depois da enxorrada da véspera, o dia amanheceu nublado mas felizmente sem chuva!!
Tomamos um bom café no hotel e depois batemos uma água nas bikes pra tirar a lama do dia anterior e desentortamos um elo da corrente do Leiva. Lubrificamos também as magrelas para enfrentar as fortes subidas que nos esperavam nesse dia.
Até Luminosa tivemos boas subidas, mas o terreno úmido ajudava a irmos numa velocidade legal.
Já na pequena Luminosa encontramos tudo fechado. Rodamos e nada de achar um lugar pra comer. A gente já ia pegar uns gels quando apareceu um rapaz lavando a calçada de uma lanchonete fechada. Fomos até lá e negociamos uns x-saladas e uma coca grande.
Seguimos rumo ao Quebra-perna, com bastante lama. Já próximos da pousada da Dona Inês, encontramos um casal com um fox atolado, empurramos e conseguirmos desatolar o carro deles. Eles estavam indo até a pousada e paramos por lá também para carimbar e bater um papo rápido com a Dona Inês.
Começamos então a "escalada" do Quebra-Perna, que além das já conhecidas pedras grandes e soltas, estava também com muita lama para dificultar ainda mais o empurra-bike. Nesse dia o joelho do Tex piorou muito, e ele mancava para empurrar a magrela morro acima.
Em Campista, tomamos uns sucos. Estava meio frio por lá então agilizamos para partir logo e então esquentamos de novo seguindo pelas subidas até Campos do Jordão. A corrente da bike do Leiva voltou a pular.
Chegando em Campos do Jordão no meio da tarde, fizemos uma parada rápida numa bicicletaria para acertar a corrente do Leiva e a blocagem do canote do Alex. De lá tocamos para a Pousada dos Peregrinos. As meninas já tinham feito o check-in mas estavam batendo perna na cidade.
À noite fomos todos de carro para o Capivari e paramos no Baden-baden pra jantar. Muito luxo para qualquer viajante de bike.. mas com um carro de apoio essas coisas se tornam possíveis!! Boa comida e boa cerveja (menos pro Alex que não gostou muito da cerveja deles).
Paraisópolis – Luminosa – Campista – Campos do Jordão
Total rodado no dia: 59,43 km
Total acumulado: 456,84 km
Tempo pedalado no dia: 6h02min
Tempo pedalado acumulado: 33h51min
Velocidade Média do dia: 9,8 km/h
Velocidade Máxima do dia: 54,3 km/h
Depois da enxorrada da véspera, o dia amanheceu nublado mas felizmente sem chuva!!
Tomamos um bom café no hotel e depois batemos uma água nas bikes pra tirar a lama do dia anterior e desentortamos um elo da corrente do Leiva. Lubrificamos também as magrelas para enfrentar as fortes subidas que nos esperavam nesse dia.
Até Luminosa tivemos boas subidas, mas o terreno úmido ajudava a irmos numa velocidade legal.
Já na pequena Luminosa encontramos tudo fechado. Rodamos e nada de achar um lugar pra comer. A gente já ia pegar uns gels quando apareceu um rapaz lavando a calçada de uma lanchonete fechada. Fomos até lá e negociamos uns x-saladas e uma coca grande.
Seguimos rumo ao Quebra-perna, com bastante lama. Já próximos da pousada da Dona Inês, encontramos um casal com um fox atolado, empurramos e conseguirmos desatolar o carro deles. Eles estavam indo até a pousada e paramos por lá também para carimbar e bater um papo rápido com a Dona Inês.
Começamos então a "escalada" do Quebra-Perna, que além das já conhecidas pedras grandes e soltas, estava também com muita lama para dificultar ainda mais o empurra-bike. Nesse dia o joelho do Tex piorou muito, e ele mancava para empurrar a magrela morro acima.
Em Campista, tomamos uns sucos. Estava meio frio por lá então agilizamos para partir logo e então esquentamos de novo seguindo pelas subidas até Campos do Jordão. A corrente da bike do Leiva voltou a pular.
Chegando em Campos do Jordão no meio da tarde, fizemos uma parada rápida numa bicicletaria para acertar a corrente do Leiva e a blocagem do canote do Alex. De lá tocamos para a Pousada dos Peregrinos. As meninas já tinham feito o check-in mas estavam batendo perna na cidade.
À noite fomos todos de carro para o Capivari e paramos no Baden-baden pra jantar. Muito luxo para qualquer viajante de bike.. mas com um carro de apoio essas coisas se tornam possíveis!! Boa comida e boa cerveja (menos pro Alex que não gostou muito da cerveja deles).
28 de Dezembro de 2011
4o. dia de pedal
Total rodado no dia: 79,83 km
Total acumulado: 397,41 km
Tempo pedalado no dia: 7h07min
Tempo pedalado acumulado: 27h49min
Velocidade Média do dia: 11,1 km/h
Velocidade Máxima do dia: 54,9 km/h
Depois do café e prontos pra sair descobrimos o pneu do Marcelo murcho. Desmontamos então o pneu e nada de achar o tal do furo. Trocamos a camara e fomos embora.
As meninas partiram direto para Paraisópolis de carro. Já no pedal o caminho foi pesado até Tocos do Moji. Depois de um pit-stop em uma padoca e já saindo, o pneu do Cielo começou a murchar. Paramos então no único posto da cidade para calibrar.
Com subidas fortes e depois de uma boa descida alcançamos Estiva. Comemos uns lanches por lá e saímos então a procura de uma bicicletaria para arrumar as camaras do Marcelo. As reservas dele já tinham acabado e como ele usa bico fino não podia usar camaras do Leiva/Tex. Encontramos um bicicletaria e lá um menino consertou as câmaras. enquanto ele consertava, uma chuva se armava, o céu ia ficando cada vez mais escuro.
Acabamos saindo de Estiva já por volta das 15h30, e então pegamos fortes subidas até Consolação, onde tomamos coca e água e comemos uns doces. A chuva tinha acabado de passar por Consolação, estava tudo molhado por lá.
Preocupados com o horário logo partimos pra Paraisopólis, onde pegamos algumas subidas até alcançar o topo da serra e aí então veio uma chuva forte e gelada, e raios caindo por todo lado!!!! Ainda faltava uns 5 kms até Paraisopólis, descemos então a serra com cuidado, pois tinha muita pedra e lama, e os freios gastavam muito rápido. Descemos embaixo de muita água e sentindo bastante frio.
A corrente do Leiva estava pulando, mas como a gente estava descendo e por conta da chuva e frio deixamos para ver o problema depois.
Finalmente chegamos na nossa pousada, a Pousada da Praça, aliás muito boa, com tratamento de primeira. As meninas nos esperavam por lá. Chegamos com lama até nos ouvidos e com a luz do dia já se acabando. Tomamos banho quente pra espantar o frio.
Jantamos no Coisa e Tal, um restaurante muito bom, onde até tomamos uma cachaça pra abrir o apetite, rs.
Borda da Mata -Tocos do Moji - Estiva – Consolação – Paraisópolis
Total rodado no dia: 79,83 km
Total acumulado: 397,41 km
Tempo pedalado no dia: 7h07min
Tempo pedalado acumulado: 27h49min
Velocidade Média do dia: 11,1 km/h
Velocidade Máxima do dia: 54,9 km/h
Depois do café e prontos pra sair descobrimos o pneu do Marcelo murcho. Desmontamos então o pneu e nada de achar o tal do furo. Trocamos a camara e fomos embora.
As meninas partiram direto para Paraisópolis de carro. Já no pedal o caminho foi pesado até Tocos do Moji. Depois de um pit-stop em uma padoca e já saindo, o pneu do Cielo começou a murchar. Paramos então no único posto da cidade para calibrar.
Com subidas fortes e depois de uma boa descida alcançamos Estiva. Comemos uns lanches por lá e saímos então a procura de uma bicicletaria para arrumar as camaras do Marcelo. As reservas dele já tinham acabado e como ele usa bico fino não podia usar camaras do Leiva/Tex. Encontramos um bicicletaria e lá um menino consertou as câmaras. enquanto ele consertava, uma chuva se armava, o céu ia ficando cada vez mais escuro.
Acabamos saindo de Estiva já por volta das 15h30, e então pegamos fortes subidas até Consolação, onde tomamos coca e água e comemos uns doces. A chuva tinha acabado de passar por Consolação, estava tudo molhado por lá.
Preocupados com o horário logo partimos pra Paraisopólis, onde pegamos algumas subidas até alcançar o topo da serra e aí então veio uma chuva forte e gelada, e raios caindo por todo lado!!!! Ainda faltava uns 5 kms até Paraisopólis, descemos então a serra com cuidado, pois tinha muita pedra e lama, e os freios gastavam muito rápido. Descemos embaixo de muita água e sentindo bastante frio.
A corrente do Leiva estava pulando, mas como a gente estava descendo e por conta da chuva e frio deixamos para ver o problema depois.
Finalmente chegamos na nossa pousada, a Pousada da Praça, aliás muito boa, com tratamento de primeira. As meninas nos esperavam por lá. Chegamos com lama até nos ouvidos e com a luz do dia já se acabando. Tomamos banho quente pra espantar o frio.
Jantamos no Coisa e Tal, um restaurante muito bom, onde até tomamos uma cachaça pra abrir o apetite, rs.
27 de Dezembro de 2011
3o. dia de pedal
Águas da Prata - Andradas - Serra dos Lima - Barra -Crisólia -Ouro Fino -Inconfidentes –Borda da Mata
Acordamos meio estourados. A pousada de Águas da Prata parecia mais um forno, muito abafada.
Tomamos um café simples, mas bom. Encaramos o pedal por volta das 7h30 e após apenas 1km de pedal furou o pneu do Marcelo. Perdemos um tempo na troca e depois começamos a subir rumo ao pico do gavião. Já na pousada encontramos aos meninas e depois seguimos por terra, uma descida braba cheia de erosões até Andradas. As meninas desceram pelo asfalto.
Em Andradas paramos numa padoca pra repor as energias. Daqui pra frente as meninas seguiram por asfalto por conta do trecho muito ruim de terra. Pegamos subidas fortes até a Serra dos Lima com muito calor. Depois de Barra veio o que deve ser a subida mais "impossível" do caminho, ainda mais com a lama. Não que a subida seja longa, mas é muito íngreme.. o empurra-bike foi a saída..rs
Em Crisólia fizemos uma parada rápida no mercadinho e depois de carimbarmos fomos num ritmo bom até Ouro Fino. Comemos uns mistos por lá e rolou até um açai. O Cielo tava cansadão e o açai deu uma carga rápida.
Tocamos rápido até Inconfidentes onde pegamos os carimbos no bar e logo saímos pra Borda da Mata que ainda estava a uns 20kms.
Demos entrada no hotel Village. Tivemos uma pequena "indisposição" com o recepcionista, que ficou irritado porque tinhamos deixados as bikes no quarto depois que chegamos. Argumentamos que não fomos avisados e que não tinha nenhum aviso. Bom, achamos melhor não ficar arrumando caso e colocamos as bikes num canto da garagem do hotel.
Tomamos umas geladas e comemos uns sandubas no Batata Lanches.
Águas da Prata - Andradas - Serra dos Lima - Barra -Crisólia -Ouro Fino -Inconfidentes –Borda da Mata
| Total rodado no dia: 104,6 km |
| Total acumulado: 317,58 km |
| Tempo pedalado no dia: 7h50min |
| Tempo pedalado acumulado: 20h42min |
| Velocidade Média do dia: 13,3 km/h |
| Velocidade Máxima do dia: 43,9 km/h |
Acordamos meio estourados. A pousada de Águas da Prata parecia mais um forno, muito abafada.
Tomamos um café simples, mas bom. Encaramos o pedal por volta das 7h30 e após apenas 1km de pedal furou o pneu do Marcelo. Perdemos um tempo na troca e depois começamos a subir rumo ao pico do gavião. Já na pousada encontramos aos meninas e depois seguimos por terra, uma descida braba cheia de erosões até Andradas. As meninas desceram pelo asfalto.
Em Andradas paramos numa padoca pra repor as energias. Daqui pra frente as meninas seguiram por asfalto por conta do trecho muito ruim de terra. Pegamos subidas fortes até a Serra dos Lima com muito calor. Depois de Barra veio o que deve ser a subida mais "impossível" do caminho, ainda mais com a lama. Não que a subida seja longa, mas é muito íngreme.. o empurra-bike foi a saída..rs
Em Crisólia fizemos uma parada rápida no mercadinho e depois de carimbarmos fomos num ritmo bom até Ouro Fino. Comemos uns mistos por lá e rolou até um açai. O Cielo tava cansadão e o açai deu uma carga rápida.
Tocamos rápido até Inconfidentes onde pegamos os carimbos no bar e logo saímos pra Borda da Mata que ainda estava a uns 20kms.
Demos entrada no hotel Village. Tivemos uma pequena "indisposição" com o recepcionista, que ficou irritado porque tinhamos deixados as bikes no quarto depois que chegamos. Argumentamos que não fomos avisados e que não tinha nenhum aviso. Bom, achamos melhor não ficar arrumando caso e colocamos as bikes num canto da garagem do hotel.
Tomamos umas geladas e comemos uns sandubas no Batata Lanches.
"Pelegrinos"
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26 de Dezembro 2011
2o. dia de pedal
Casa Branca - Vargem Gde do Sul – Pousada da Cidinha - S.R. Fartura - Águas da Prata
Total rodado no dia: 74,91 km
Total acumulado: 212,98 km
Tempo pedalado no dia: 4h53min
Tempo pedalado acumulado: 12h52min
Velocidade Média do dia: 15,3 km/h
Velocidade Máxima do dia: 57,1 km/h
Como combinado na noite anterior encontramos para o café às 6h30, menos o Tex/Aline que perderam a hora e apareceram mais tarde.
Saímos do hotel às 8h00 e de volta ao caminho encontramos um peregrino de Cravinhos caminhando, paramos para conversar um pouco e tocamos. Depois de um pedaço de single track pegamos uma estrada de terra batida e então um trecho de asfalto. Chegando ao pedágio até cogitamos seguir pelo asfalto, mas pegamos o caminho oficial apesar de poças, lama e brejo.
Já em Vargem Grande do Sul, encontramos as patroas. Fizemos uma parada em uma pastelaria e comemos uns salgados. Depois de V G do sul as meninas seguiram por terra, pelo Caminho da Fé, e pararam na pousada da Cidinha pro almoço.
Nos encontramos na Cidinha. Ela como sempre nos recebeu com festa. Diferente das outras vezes não durmiríamos por lá por conta do nosso planejamento desse ano. Mas de qualquer forma foi muito bom revê-los por lá e ver que tudo está indo muito bem com eles.
As meninas almoçaram e a gente preferiu comer algo mais leve pra não atrapalhar o pedal.
O Leiva levou um tombou saindo da porteira da Cidinha. O pedal enroscou na grama e ele tomou chão, uns dentes da coroa se enfiaram na perna dele deixando uns buracos, mas deu pra seguir. Ele fez um curativo mais tarde.
Continuamos subindo depois da Cidinha e o tempo começou a mudar. O sol foi embora, começou a ventar e veio então uma garoa. Chegando no asfalto já chovia fino.
Um pouco mais tarde uma seta mandava seguir pelo asfalto. A gente não se lembrava daquele trecho, mas não dava pra ficar discutindo muito porque a chuva começava a apertar. Descobrimos depois que na verdade aquele não era o caminho correto, alguém mudou a seta naquele trecho (avisamos depois a Associação), mas de qualquer forma fomos até por asfalto até S Roque da Fartura. Depois de algumas subidas e MUITA chuva, paramos ensopados no mercadinho em São Roque da Fartura. As meninas estavam lá com o carro de apoio.
A chuva não parava mais. De dentro do mercado depois de uns lanches improvisados com pão pulmann e coca-cola, ficamos esperando a chuva passar, o que não acontecia nunca. Começamos a esfriar e então tiramos a camisa molhada pra ajudar a esquentar um pouco. Ficamos por volta de 1h30 "presos" no mercadinho.
A preocupação agora era saber como estaria os singles tracks e pastos daqui pra frente. Por conta da quantidade de água que tinha caído resolvemos seguir pelo asfalto até Águas da Prata. Partimos então umas 15h e pouco ainda com um tanto de garoa.
O Alex começou a reclamar de de dor no joelho, essa dor acompanharia ele até o final da viagem, e foi só piorando nos dias seguintes.
Pegamos muitas descidas até Águas da Prata, onde chegamos cedo, por volta das 17h. O Leiva aproveitou para trocar as pastilhas da bike na bicicletaria ao lado da pousada.
À noite fomos na pizzaria Dinhos, que mesmo vazia, demorou uma eternidade pra aprontar as pizzas que pedimos.
Casa Branca - Vargem Gde do Sul – Pousada da Cidinha - S.R. Fartura - Águas da Prata
Total rodado no dia: 74,91 km
Total acumulado: 212,98 km
Tempo pedalado no dia: 4h53min
Tempo pedalado acumulado: 12h52min
Velocidade Média do dia: 15,3 km/h
Velocidade Máxima do dia: 57,1 km/h
Como combinado na noite anterior encontramos para o café às 6h30, menos o Tex/Aline que perderam a hora e apareceram mais tarde.
Saímos do hotel às 8h00 e de volta ao caminho encontramos um peregrino de Cravinhos caminhando, paramos para conversar um pouco e tocamos. Depois de um pedaço de single track pegamos uma estrada de terra batida e então um trecho de asfalto. Chegando ao pedágio até cogitamos seguir pelo asfalto, mas pegamos o caminho oficial apesar de poças, lama e brejo.
Já em Vargem Grande do Sul, encontramos as patroas. Fizemos uma parada em uma pastelaria e comemos uns salgados. Depois de V G do sul as meninas seguiram por terra, pelo Caminho da Fé, e pararam na pousada da Cidinha pro almoço.
Nos encontramos na Cidinha. Ela como sempre nos recebeu com festa. Diferente das outras vezes não durmiríamos por lá por conta do nosso planejamento desse ano. Mas de qualquer forma foi muito bom revê-los por lá e ver que tudo está indo muito bem com eles.
As meninas almoçaram e a gente preferiu comer algo mais leve pra não atrapalhar o pedal.
O Leiva levou um tombou saindo da porteira da Cidinha. O pedal enroscou na grama e ele tomou chão, uns dentes da coroa se enfiaram na perna dele deixando uns buracos, mas deu pra seguir. Ele fez um curativo mais tarde.
Continuamos subindo depois da Cidinha e o tempo começou a mudar. O sol foi embora, começou a ventar e veio então uma garoa. Chegando no asfalto já chovia fino.
Um pouco mais tarde uma seta mandava seguir pelo asfalto. A gente não se lembrava daquele trecho, mas não dava pra ficar discutindo muito porque a chuva começava a apertar. Descobrimos depois que na verdade aquele não era o caminho correto, alguém mudou a seta naquele trecho (avisamos depois a Associação), mas de qualquer forma fomos até por asfalto até S Roque da Fartura. Depois de algumas subidas e MUITA chuva, paramos ensopados no mercadinho em São Roque da Fartura. As meninas estavam lá com o carro de apoio.
A chuva não parava mais. De dentro do mercado depois de uns lanches improvisados com pão pulmann e coca-cola, ficamos esperando a chuva passar, o que não acontecia nunca. Começamos a esfriar e então tiramos a camisa molhada pra ajudar a esquentar um pouco. Ficamos por volta de 1h30 "presos" no mercadinho.
A preocupação agora era saber como estaria os singles tracks e pastos daqui pra frente. Por conta da quantidade de água que tinha caído resolvemos seguir pelo asfalto até Águas da Prata. Partimos então umas 15h e pouco ainda com um tanto de garoa.
O Alex começou a reclamar de de dor no joelho, essa dor acompanharia ele até o final da viagem, e foi só piorando nos dias seguintes.
Pegamos muitas descidas até Águas da Prata, onde chegamos cedo, por volta das 17h. O Leiva aproveitou para trocar as pastilhas da bike na bicicletaria ao lado da pousada.
À noite fomos na pizzaria Dinhos, que mesmo vazia, demorou uma eternidade pra aprontar as pizzas que pedimos.
Pousada da Cidinha
Chuvarada
Mercadinho em S Roque da Fartura
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