6o. e último dia de pedal
Luminosa – Campista – Campos do Jordão – Piracuama - Pindamonhangaba - Aparecida
Total rodado no dia: 114,42 km
Total acumulado: 538,69 km
Tempo pedalado no dia: 8h23min
Tempo pedalado acumulado: 44h10min
Velocidade Média do dia: 13,6 km/h
Velocidade Máxima do dia: 54,5 km/h
Último dia da viagem.. mas 114 kms ainda separavam a gente de Aparecida, sem falar na subida do Quebra-perna, logo de cara, no início do dia.
5h30 da matina e os peregrinos acordavam. A Ditinha, dona da pousada ainda não tinha acordado. Tudo muito quieto, fomos até a cozinha pra chamar. Ela tinha perdido a hora.
Nosso parceiro Rogério Tadeu teve uma noite de cão. Como ele nos contou pela manhã, acordou 4 vezes durante a madrugada para "conversar" com o vaso sanitário.. uma caganeira daquelas. A cara do bicho não tava muito boa na mesa do café da manhã...
Era um pouco antes das 7h quando partimos com nossas caramanholas de açai congelado da noite anterior. Depois de 4 km e das primeiras subidas paramos na pousada da Dona Inês. Encontramos com os peregrinos do dia anterior saindo também, eles tinham dormido por lá.
Daí começou pra valer o Quebra-perna: subidas infernais e muita pedra. Os 2km iniciais são impossíveis de pedalar. Depois é um misto de empurra-bike com um pedal suado, até atingir os 1700m de altitude. Chega-se então no asfalto, e depois de um pouco mais de subida a estrada começa a descer até a pousada em Campista. Encontramos algumas vacas no meio da estrada, a gente estava rápido e levamos um susto.
Depois da parada na pousada em Campista onde tomamos refrigerantes, pegamos umas descidas geladas por causa do vento na roupa ainda suada. Muitas curvas fortes e então chegamos numa estrada de terra.
Essa estrada que segue para Campos tem uma paisagem diferente do resto da viagem, várias auracárias e um friozinho mesmo em pleno verão, algo em torno de 12 oC. O pessoal todo agasalhado trabalhando pela roça da região.
Já no centro em Campos do Jordão, o Rogério agilizou os carimbos na pousada e paramos em uma lanchonete para "almoçar" alguns lanches. Seguimos então com as setas que são uma trapalhada dentro da cidade. Elas indicam uma boa parte de um caminho na contra-mão, o que não é problema para o peregrino à pé mas arriscado pro peregrino de bicicleta.
Já saindo da cidade, pegamos uma subida moderada de asfalto e então cruzamos com o trem turístico de Campos do Jordão, paramos pra ver. Depois disso descemos pela estrada do Toriba que estava em reforma mas liberada.
Na descida pela rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro encontramos muito vento contra, que não deixava as bikes pegarem muita velocidade.
No caminho pra Pinda aconteceu uma coisa engraçada. O Rogério tinha saído na frente e então o Alex/Leiva acabaram perdendo ele de vista. Os dois começaram então a pedalar forte pra ver se encontravam com ele, mas o Gé parecia ter "desaparecido". Foram vários quilômetros pedalando forte e nenhum sinal do Gé. Eles chegaram a parar duas vezes e perguntar por um ciclista vestido de cinza e tal, mas ninguém sabia informar. Concluíram então que o Rogério tinha errado alguma seta, o melhor era parar em Pinda em esperar pra ver no que dava. Mas quando os dois ainda chegavam na garapa próxima a ponte, lá estava o caboclo sentado, tranquilão. Demos muita risada. O Rogério, como ele mesmo diz, é uma "jamanta sem freio", o bicho veio voando baixo, embalado nas descidas e planos até ali e deixou os outros dois preocupados à toa.
Depois do "gatorade" de garapa e água de côco, pegamos os carimbos na pousada em Pindamonhangaba e seguimos por umas ciclovias e depois na estrada mal acabada que vai até Aparecida.
CHEGAMOS!!!!!!!!! Cruzamos a entrada para o Santuário às 6h15 da tarde. Ainda na subida para o Santuário o Leiva topou com um amigo de São José com a família saindo de lá. Muita coincidência!!
Tiramos as obrigatórias fotos "da chegada". Todo mundo contente por mais uma aventura concluída, mas que infelizmente passou muito rápido!!!
A Renata chegou então de carro pra encontrar o Leiva. De lá eles iam direto pro Rio no dia seguinte.
Entramos para visitar a imagem da santa e agradecer pelo sucesso da viagem, tantos quilômetros percorridos sem nenhum grande problema. Nosso objetivo final estava ali na nossa frente, não simplesmente uma imagem de barro como muitos crêem, mas uma das faces da mãe de Deus. Momento muito especial e difícil explicar pra quem ainda não fez algo do tipo, independente de qualquer credo.
Fomos para a Pousada São Benedito, que é a pousada oficial do caminho, mas ela estava lotada. Conseguimos vagas no hotel ao lado, o Santuário Palace Hotel http://www.santuariopalacehotel.com.br/ , hotel novo e muito bom, com um preço legal.
Depois do banho fomos para um restaurante comer pizza, bater papo e tomar chopp daquelas de torre, afinal, ninguém é de ferro!!!
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29 de Dezembro de 2010
5o. dia de pedal
Tocos do Moji (MG) - Estiva (MG ) – Consolação (MG) – Paraisópolis (MG) – Luminosa (MG)
Total rodado no dia: 87,68 km
Total acumulado: 424,27km
Tempo pedalado no dia: 8h25min
Tempo pedalado acumulado: 35h47min
Velocidade Média do dia: 10,4 km/h
Velocidade Máxima do dia: 56,6 km/h
Acordamos por volta das 5 da matina e descemos na padaria em frente para um café da manhã. Acabamos saindo às 6h30 depois de ajeitarmos tudo.
Mais a frente encontramos o Vagner subindo rumo à Estiva, andando bem forte e seguia subindo um trecho com a gente onde às vezes andar era mais rápido que pedalar.
Mais sobe-e-desce até Estiva. Neste trecho o Rogério ganhou o apelido de Jamanta: ninguém segurava o bicho nas descidas paracia um caminhão desgovernado.
Paramos em uma padoca em Estiva e o Jamanta precisou usar o banheiro na emergência, ele tava com problemas "digestivos". Na padoca tinha um pessoal de moto, desses viajantes e ficamos batendo papo com eles e matando uns x-saladas.
Na saída encontramos alguns peregrinos à pé conversamos rapidamente e seguimos com duras subidas e um calor daqueles.
Chegamos em Consolação e conhecemos a Ciça e Tiago almoçando, 2 peregrinos de bike gente boa. Tomamos coca-cola enquanto assistia o Tadeu a ajustar a pastilha de freio que estava raspando um pouco.
Saímos em busca da nossa próxima parada: Paraisópolis. Depois de um pedaço de asfalto, boas subidas e o calor de sempre.
Na chegada por lá paramos numa padaria e depois tomamos um açai pra esfriar o corpo e dar uma revigorada.
Uma idéia que tinha surgido no dia anterior seria tocar até Campista, subindo o quebra-perna. Mas tudo ia depender de como seria esse último trecho, a gente teria que render legal e ter disposição pra encarar o pior trecho do Caminho da Fé, mesmo que fosse pegando uma boa parte no escuro.
O trecho para Luminosa é muito acidentado, e não rendeu como a gente esperava. Além disso o corpo já pedia um pouco de sossego. Resolvemos assim ficar por lá e abortar nosso plano meio maluco.
Combinamos então nossa hospedagem com o Seu Nilton e a Dona Ditinha perguntou o que a gente queria jantar.
Em frente a pousada tinha um açaí. Daí veio a idéia de pedirmos para enchermos uma caramanhola cada um e deixar no freezer para o dia seguinte. Assim fizemos. Descobrimos nessa viagem que o açaí realmente dá uma levantada no astral e uma energia extra, além de variar um pouco o cardápio. Infelizmente não tem em todo lugar pra vender..
Depois de um bom banho jantamos muito bem e batemos um doce de leite de sobremesa!
Tocos do Moji (MG) - Estiva (MG ) – Consolação (MG) – Paraisópolis (MG) – Luminosa (MG)
Total rodado no dia: 87,68 km
Total acumulado: 424,27km
Tempo pedalado no dia: 8h25min
Tempo pedalado acumulado: 35h47min
Velocidade Média do dia: 10,4 km/h
Velocidade Máxima do dia: 56,6 km/h
Acordamos por volta das 5 da matina e descemos na padaria em frente para um café da manhã. Acabamos saindo às 6h30 depois de ajeitarmos tudo.
Mais a frente encontramos o Vagner subindo rumo à Estiva, andando bem forte e seguia subindo um trecho com a gente onde às vezes andar era mais rápido que pedalar.
Mais sobe-e-desce até Estiva. Neste trecho o Rogério ganhou o apelido de Jamanta: ninguém segurava o bicho nas descidas paracia um caminhão desgovernado.
Paramos em uma padoca em Estiva e o Jamanta precisou usar o banheiro na emergência, ele tava com problemas "digestivos". Na padoca tinha um pessoal de moto, desses viajantes e ficamos batendo papo com eles e matando uns x-saladas.
Na saída encontramos alguns peregrinos à pé conversamos rapidamente e seguimos com duras subidas e um calor daqueles.
Chegamos em Consolação e conhecemos a Ciça e Tiago almoçando, 2 peregrinos de bike gente boa. Tomamos coca-cola enquanto assistia o Tadeu a ajustar a pastilha de freio que estava raspando um pouco.
Saímos em busca da nossa próxima parada: Paraisópolis. Depois de um pedaço de asfalto, boas subidas e o calor de sempre.
Na chegada por lá paramos numa padaria e depois tomamos um açai pra esfriar o corpo e dar uma revigorada.
Uma idéia que tinha surgido no dia anterior seria tocar até Campista, subindo o quebra-perna. Mas tudo ia depender de como seria esse último trecho, a gente teria que render legal e ter disposição pra encarar o pior trecho do Caminho da Fé, mesmo que fosse pegando uma boa parte no escuro.
O trecho para Luminosa é muito acidentado, e não rendeu como a gente esperava. Além disso o corpo já pedia um pouco de sossego. Resolvemos assim ficar por lá e abortar nosso plano meio maluco.
Combinamos então nossa hospedagem com o Seu Nilton e a Dona Ditinha perguntou o que a gente queria jantar.
Em frente a pousada tinha um açaí. Daí veio a idéia de pedirmos para enchermos uma caramanhola cada um e deixar no freezer para o dia seguinte. Assim fizemos. Descobrimos nessa viagem que o açaí realmente dá uma levantada no astral e uma energia extra, além de variar um pouco o cardápio. Infelizmente não tem em todo lugar pra vender..
Depois de um bom banho jantamos muito bem e batemos um doce de leite de sobremesa!
Morros a perder de vista
Parada em Consolação
Sessão bicicletaria do Maia - Gé e suas gambiarras
Dio Santo.. que subida é essa??
Lá embaixo fica Luminosa
Quase em Luminosa
Gatorade sabor cevada
28 de Dezembro de 2010
4o. dia de pedal
Barra (267) - Crisólia (252) -Ouro Fino (245) -Inconfidentes (236) –Borda da Mata (214) -Tocos do Moji (198)
Total rodado no dia: 70,29 km
Total acumulado: 336,59 km
Tempo pedalado no dia: 6h43min
Tempo pedalado acumulado: 27h22min
Velocidade Média do dia: 10,4 km/h
Velocidade Máxima do dia: 45,6 km/h
Acordamos cedo e enquanto a gente ainda tomava nosso café da manhã, apareceu um peregrino a pé pra carimbar. Conhecemos então o Vagner, que tinha acordado bem cedo em Serra dos Lima (6km antes) e ia forte. Comentou conosco que ia pousar em Tocos do Moji. No começo não acreditamos muito, porque a gente estava de bicicleta e Tocos era também o nosso destino final naquele dia. De bicicleta, ok, mas setenta e tantos kms a pé, é muita coisa..
Saindo de Barra pegamos algumas subidas com muita lama devido a chuva da madrugada, daquele tipo que faz o pneu patinar e a relação travar. O jeito foi empurrar.
Um pouco mais a frente, uns 4km antes de Crisólia, encontramos o tal do Vagner, ele estava indo bem rápido. Nesse hora acreditamos que ele ia mesmo chegar em Tocos naquele dia..
Numa subida que a gente empurrava, o Vagner passou o Rogério e o Leiva e depois de conversar um pouco seguiu em frente onde o Alex também empurrava. O Tex, ouvindo os passos do rapaz, pulou na bicicleta e saiu pedalando pra não ser ultrapassado.. foi uma cena cômica, tiramos muito sarro depois.
Passando Crisólia e rumando até Ouro Fino seguimos num caminho tranquilo. Chegando na cidade, paramos para a clássica foto com o Menino da Porteira. Entrando na cidade, não percebemos que o caminho tinha mudado e passamos reto de onde tínhamos que ter carimbado.
Depois de um lanche um pouco mais demorado em Ouro Fino e gatorades em Inconfidentes, pegamos uma chuviscada nas primeiras subidas. Numa dessas subidas, dois peregrinos batiam o cajado e "bufavam" enquanto caminhavam. O Gé apertava a pedalada quando as cajadadas iam ficando mais próximas dele, rs.
Já em Borda da Mata, paramos na Padaria Real, recém-inaugurada e bem arrumada. Comemos do lado de fora porque a gente estava imundos. Pedimos depois em um posto de gasolina para usar a água e tirar a lama das relações das bikes mas não deixaram. O jeito foi apelar pra escova e jogar um óleo na corrente.
Pegamos então muitas subidas e um calor infernal com todo mundo suando pacas. Chegamos em Tocos do Moji e arrumamos no posto uma ducha pras bikes.
Tomamos algumas cervejas depois do banho, e ficamos pensando em um desafio: dormirmos em Campista no dia seguinte, ou seja subir o quebra perna já no penúltimo dia da viagem. Era uma idéia ainda.. mas a gente estava disposto a arriscar.
Jantamos no restaurante da Gilda, um prato comercial bom, mas com um atendimento bem meia boca. Do lado de fora do restaurante uma molecada gritando e brincando com um sapo.
Capotamos.
Barra (267) - Crisólia (252) -Ouro Fino (245) -Inconfidentes (236) –Borda da Mata (214) -Tocos do Moji (198)
Total rodado no dia: 70,29 km
Total acumulado: 336,59 km
Tempo pedalado no dia: 6h43min
Tempo pedalado acumulado: 27h22min
Velocidade Média do dia: 10,4 km/h
Velocidade Máxima do dia: 45,6 km/h
Acordamos cedo e enquanto a gente ainda tomava nosso café da manhã, apareceu um peregrino a pé pra carimbar. Conhecemos então o Vagner, que tinha acordado bem cedo em Serra dos Lima (6km antes) e ia forte. Comentou conosco que ia pousar em Tocos do Moji. No começo não acreditamos muito, porque a gente estava de bicicleta e Tocos era também o nosso destino final naquele dia. De bicicleta, ok, mas setenta e tantos kms a pé, é muita coisa..
Saindo de Barra pegamos algumas subidas com muita lama devido a chuva da madrugada, daquele tipo que faz o pneu patinar e a relação travar. O jeito foi empurrar.
Um pouco mais a frente, uns 4km antes de Crisólia, encontramos o tal do Vagner, ele estava indo bem rápido. Nesse hora acreditamos que ele ia mesmo chegar em Tocos naquele dia..
Numa subida que a gente empurrava, o Vagner passou o Rogério e o Leiva e depois de conversar um pouco seguiu em frente onde o Alex também empurrava. O Tex, ouvindo os passos do rapaz, pulou na bicicleta e saiu pedalando pra não ser ultrapassado.. foi uma cena cômica, tiramos muito sarro depois.
Passando Crisólia e rumando até Ouro Fino seguimos num caminho tranquilo. Chegando na cidade, paramos para a clássica foto com o Menino da Porteira. Entrando na cidade, não percebemos que o caminho tinha mudado e passamos reto de onde tínhamos que ter carimbado.
Depois de um lanche um pouco mais demorado em Ouro Fino e gatorades em Inconfidentes, pegamos uma chuviscada nas primeiras subidas. Numa dessas subidas, dois peregrinos batiam o cajado e "bufavam" enquanto caminhavam. O Gé apertava a pedalada quando as cajadadas iam ficando mais próximas dele, rs.
Já em Borda da Mata, paramos na Padaria Real, recém-inaugurada e bem arrumada. Comemos do lado de fora porque a gente estava imundos. Pedimos depois em um posto de gasolina para usar a água e tirar a lama das relações das bikes mas não deixaram. O jeito foi apelar pra escova e jogar um óleo na corrente.
Pegamos então muitas subidas e um calor infernal com todo mundo suando pacas. Chegamos em Tocos do Moji e arrumamos no posto uma ducha pras bikes.
Tomamos algumas cervejas depois do banho, e ficamos pensando em um desafio: dormirmos em Campista no dia seguinte, ou seja subir o quebra perna já no penúltimo dia da viagem. Era uma idéia ainda.. mas a gente estava disposto a arriscar.
Jantamos no restaurante da Gilda, um prato comercial bom, mas com um atendimento bem meia boca. Do lado de fora do restaurante uma molecada gritando e brincando com um sapo.
Capotamos.
Amanhecendo em Barra
Rogério e Alex instalando seu "protetor de carter"
Paisagem bucólica em Barra
Vagner, peregrino que conhecemos no caminho
Em Ouro Fino, tirando foto com o Menino da Porteira
Igreja em Ouro Fino
Empresário homônimo em Ouro Fino
Gé & Leiva depois de umas subidas brabas
Banho nas magrelas no posto de Tocos do Moji
27 de Dezembro de 2010
3o. dia de pedal
Pousada da Cidinha - S.R. Fartura - Águas da Prata (322) - Andradas (288) - Serra dos Lima (274) - Barra (267)
Total rodado no dia: 88,15 km
Total acumulado: 266,30 km
Tempo pedalado no dia: 8h44min
Tempo pedalado acumulado: 20h39min
Velocidade Média do dia: 10,1 km/h
Velocidade Máxima do dia: 80,0 km/h
Dia cheio esse! Dos bons..
Às 5h30 da manhã, ainda no escuro, tomamos café na Cidinha, com pão-de-queijo saindo do forno e ela fez questão que a gente levasse um pouco pra viagem: "Leva fio, leva. Foi feito pra vocês mesmo".
O dia amanhecia nublado e sem vento. Depois de algumas alongadas nos despedimos e partimos rumo a São Roque da Fartura.
Depois de algumas subidas o celular do Rogério tocou. Era o pessoal do trabalho dele que perguntava sobre como resolver um problema com uma máquina. O Rogério gastou um bom tempo no telefone, mas o pessoal não dava conta de entender. A cena era engraçada.. o bom é que o sinal do telefone sumiu depois e eles voltaram a ligar só mais tarde..
Pegamos em seguida uma bela descida de asfalto na descida da serra. O Alex deu 80km/h de máxima!
Depois de uma pausa rápida num boteco em S Roque da Fartura e da subida da Pousada da Dna Cida, presenciamos uma cena hilária: um ganso avançando sobre o Tex.
Aconteceu então a má surpresa do dia. Descendo para Águas da Prata encontramos com um caminho completamente diferente da última vez. As novas setas nos fizeram passar por meio de pastos, carreiros de gado com muita lama (e merda de boi) e o mais inacreditável: cercas elétricas!! Peregrino que dorme no ponto leva choque..hehe
De volta ao caminho já "normal" na descida para Águas, com o matagal de sempre mas agora com mais erosões que o normal, o Tex deu uma embalada e desceu na frente. O Leiva e o Rogério chegam na associação para o carimbo e nenhum sinal do Tex..Estranho.. depois de uns 10 minutos toca o celular do Rogério. Era o Alex dizendo que já estava chegando. Dali a pouco surge o peregrino esbaforido.
Segundo sua história, ele seguiu as setas porém saiu num caminho abandonado. Encontrou com uns caboclos que falaram que ele estava errado, daí ele voltou. Bom, não entendemos até hoje a existência
desse caminho que o Tex pegou.. mistério..
Carimbamos as credenciais e compramos camisetas do CF.
Descolamos uma mangueira num posto para tirar a lama e a merda das nossas bicicletas. Pedimos uns lanches e gatorades no boteco ao lado.
Encontramos os dois de Ribeirão chegando na lanchonete e começamos conversar. O pai perguntou ao filho onde estava o camelback dele. O filho lembrou que tinha deixado numa cerca lá em cima do morro, no cafezal. Desesperado, o filho saiu correndo (a pé mesmo) sem combinar nada. Achamos loucura, o cafezal estava a uns 10kms, de muita subida.
Conhecemos então o Ederson, um figura de Águas da Prata, mas que estava de férias por lá, pois morava em Joinville. Como sabia que a gente seguia para o Pico do Gavião, perguntou se podia pedalar com a gente. Seguimos trocando idéia com ele e subindo forte, sem parar. Um pouco antes da pousada do Pico do Gavião o tempo começou a virar, ameaçando chuva. O Ederson acelerou pra voltar para Águas da Prata antes do dilúvio que seguiu.
Tex e Rogério tiveram problemas "digestivos" durante a subida e interditaram o banheiro da pousada, os dois estavam meio pálidos de cólica quando chegaram.
Saindo da pousada começou uma chuva de gente grande. Resolvemos então descer por asfalto para Andradas. Foram 10km de uma boa descida na serra, embaixo de chuva, que só parou na chegada na cidade.
Em Andradas paramos numa padaria para comer. Depois percebemos a sujeira de lama que ficou no chão do lugar, pedimos desculpas e saímos. Mancada, hehe.
Começamos subir a serra dos Lima e logo começou a chover de novo. Choveu muito pelas várias subidas até o pico, onde abriu o tempo e até um arco-íris apareceu. Começamos a descer para Barra, e encontramos muita erosão, limbo e pedras, mas viemos tranquilos.
Já na pousada do Tio João, jogamos uma água nas magrelas. E depois de tomar banho fomos ligar para as onças do único orelhão do povoado (lá não pega celular).
Jantamos e ficamos batendo papo. A Joelma lavou nossas roupas na máquina.
Tex foi dormir meio cabreiro, o bicho tava com dor de barriga e rinite.
Pousada da Cidinha - S.R. Fartura - Águas da Prata (322) - Andradas (288) - Serra dos Lima (274) - Barra (267)
Total rodado no dia: 88,15 km
Total acumulado: 266,30 km
Tempo pedalado no dia: 8h44min
Tempo pedalado acumulado: 20h39min
Velocidade Média do dia: 10,1 km/h
Velocidade Máxima do dia: 80,0 km/h
Dia cheio esse! Dos bons..
Às 5h30 da manhã, ainda no escuro, tomamos café na Cidinha, com pão-de-queijo saindo do forno e ela fez questão que a gente levasse um pouco pra viagem: "Leva fio, leva. Foi feito pra vocês mesmo".
O dia amanhecia nublado e sem vento. Depois de algumas alongadas nos despedimos e partimos rumo a São Roque da Fartura.
Depois de algumas subidas o celular do Rogério tocou. Era o pessoal do trabalho dele que perguntava sobre como resolver um problema com uma máquina. O Rogério gastou um bom tempo no telefone, mas o pessoal não dava conta de entender. A cena era engraçada.. o bom é que o sinal do telefone sumiu depois e eles voltaram a ligar só mais tarde..
Pegamos em seguida uma bela descida de asfalto na descida da serra. O Alex deu 80km/h de máxima!
Depois de uma pausa rápida num boteco em S Roque da Fartura e da subida da Pousada da Dna Cida, presenciamos uma cena hilária: um ganso avançando sobre o Tex.
Aconteceu então a má surpresa do dia. Descendo para Águas da Prata encontramos com um caminho completamente diferente da última vez. As novas setas nos fizeram passar por meio de pastos, carreiros de gado com muita lama (e merda de boi) e o mais inacreditável: cercas elétricas!! Peregrino que dorme no ponto leva choque..hehe
De volta ao caminho já "normal" na descida para Águas, com o matagal de sempre mas agora com mais erosões que o normal, o Tex deu uma embalada e desceu na frente. O Leiva e o Rogério chegam na associação para o carimbo e nenhum sinal do Tex..Estranho.. depois de uns 10 minutos toca o celular do Rogério. Era o Alex dizendo que já estava chegando. Dali a pouco surge o peregrino esbaforido.
Segundo sua história, ele seguiu as setas porém saiu num caminho abandonado. Encontrou com uns caboclos que falaram que ele estava errado, daí ele voltou. Bom, não entendemos até hoje a existência
desse caminho que o Tex pegou.. mistério..
Carimbamos as credenciais e compramos camisetas do CF.
Descolamos uma mangueira num posto para tirar a lama e a merda das nossas bicicletas. Pedimos uns lanches e gatorades no boteco ao lado.
Encontramos os dois de Ribeirão chegando na lanchonete e começamos conversar. O pai perguntou ao filho onde estava o camelback dele. O filho lembrou que tinha deixado numa cerca lá em cima do morro, no cafezal. Desesperado, o filho saiu correndo (a pé mesmo) sem combinar nada. Achamos loucura, o cafezal estava a uns 10kms, de muita subida.
Conhecemos então o Ederson, um figura de Águas da Prata, mas que estava de férias por lá, pois morava em Joinville. Como sabia que a gente seguia para o Pico do Gavião, perguntou se podia pedalar com a gente. Seguimos trocando idéia com ele e subindo forte, sem parar. Um pouco antes da pousada do Pico do Gavião o tempo começou a virar, ameaçando chuva. O Ederson acelerou pra voltar para Águas da Prata antes do dilúvio que seguiu.
Tex e Rogério tiveram problemas "digestivos" durante a subida e interditaram o banheiro da pousada, os dois estavam meio pálidos de cólica quando chegaram.
Saindo da pousada começou uma chuva de gente grande. Resolvemos então descer por asfalto para Andradas. Foram 10km de uma boa descida na serra, embaixo de chuva, que só parou na chegada na cidade.
Em Andradas paramos numa padaria para comer. Depois percebemos a sujeira de lama que ficou no chão do lugar, pedimos desculpas e saímos. Mancada, hehe.
Começamos subir a serra dos Lima e logo começou a chover de novo. Choveu muito pelas várias subidas até o pico, onde abriu o tempo e até um arco-íris apareceu. Começamos a descer para Barra, e encontramos muita erosão, limbo e pedras, mas viemos tranquilos.
Já na pousada do Tio João, jogamos uma água nas magrelas. E depois de tomar banho fomos ligar para as onças do único orelhão do povoado (lá não pega celular).
Jantamos e ficamos batendo papo. A Joelma lavou nossas roupas na máquina.
Tex foi dormir meio cabreiro, o bicho tava com dor de barriga e rinite.
Esquentando os motores
Despedindo da Cidinha/Chiquinho. A melhor acolhida de todo o caminho.
descida à vista!
Começa a mantiqueira.
Lama + merda
Parada na cachoeira - subida para Pico do Gavião
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