Pousada da Cidinha - S.R. Fartura - Águas da Prata - Andradas - Serra dos Lima -Barra
Total rodado no dia: 82,08 km
Total acumulado: 276,49 km
Tempo pedalado no dia: 7h49min
Tempo pedalado acumulado: 24h44min
Velocidade Média do dia: 10,50 km/h
Velocidade Máxima do dia: 56,6 km/h
Acordamos nesse dia com um friozinho, uma garoa fina e muito, mas muito vento. A coisa boa era o café reforçado da Cidinha, com direito a pão, manteiga, bolo, tudo feito por ela mesma. Tudo MUITO BOM!!!
Ajeitamos as magrelas e saímos embaixo daquele tempo ruim. Pra "ajudar" e esquentar as pernas algumas boas subidas com muita pedra no caminho. O que impressionou nesse dia foi o vento contra, muito forte, que fazia com que a gente muito devagar. Depois de uma subida bem "braba" cortando o vento entramos numa vicinal.
Depois de pedalar um pouco no asfalto e já com o tempo um pouco melhor, pegamos uma estrada de terra. Fomos então atacados por um enxame de abelhas, com exceção do Eduardo, todos levaram muitas picadas. Depois até que demos risada, mas na hora foi meio desesperador.
Paramos pra pegar uma água e contabilizar as picadas e seguimos até alcançar uma vicinal. Um pouco depois, já em São Roque da Fartura, paramos em um mercadinho para o tradicional pit-stop, com gatorade, doces e uns salgados. De lá encaramos uma subida leve, e logo na saída da cidade chegamos na pousada da Dona Cida para pegar os carimbos e de brinde ganhamos umas bananas. Partimos para Águas da Prata, onde encontramos vários single tracks, algumas estradas precárias e muitas porteiras. Nesse trecho vimos uma cena engraçada: na cerca de um sítio alguns pés de abóbora com uma placa "abóboras envenenadas".. com certeza o dono delas estava tendo problema com furtos, rs. Neste trecho a paisagem fica muito bacana, acredito que é um dos trechos mais bonitos de todo o Caminho da Fé.
Chegando em Águas da Prata, paramos para o carimbo no local que é a sede do Caminho da Fé. A senhora de lá é muito simpática, mas muito falante e nos atrasou um pouco. Ela até trocou os plásticos das credenciais porque segundo ela estavam muito ruins..rs
Na lanchonete próxima ao posto "almoçamos" uns baurus de frango e conversamos sobre o nosso planejamento. Por ele, deveríamos pousar na Serra dos Lima. Apesar de que a gente já estava um pouco atrasado (já era umas 2 da tarde), resolvemos que a gente ia pedalar 7km além do planejado e pousar em Barra. O Leiva ligou então pra Joelma, dona da pousada pra reservar a estada e a janta da trupe. Ela no telefone falou: "Vocês estão em Águas da Prata ainda???".. Demos risada, mas apertamos o passo!!
Começamos a subir bastante e algumas motos de trilha passaram "voando" por nós. Pedalando mais um pouco encontramos os "colegas" do Alex de SP, trocando um pneu. Passamos por uma cachoeira e logo depois reencontramos os "colegas" e um deles levou um tombo na nossa frente. Era engraçado porque eles pareciam que queriam competir com a gente. Depois de mais um tempo de pedal a gente podia ver um pessoal de paraglider, num morro próximo, conhecido como Pico do Gavião. Chegando próximo a pousada para o carimbo, o Marcelo que iam um pouco na frente adiantaram os carimbos e pegaram água e gatorades pro resto da trupe. Muita gente neste trecho opta por pegar o asfalto até Andradas, mas decidimos seguir pelo caminho oficial que é uma estrada meio abandonada, com bastante descidas e cheia de porteiras.
Já em Andradas paramos em uma padaria para uns mistos quentes. Uns moleques, vendo a gente de uniforme e tal ficava puxando papo e enchendo o saco da gente. Mas então o Alex começou a sacanear eles e eles partiram. Depois dos carimbos seguimos rumo à Serra dos Lima onde encontramos várias subidas onde não dava pra pedalar. Já próximos da pousada na Serra dos Limas (pousada da Dna Natalina) rolou um stress na trupe. O Spin, Leiva, Gé estavam meio cabreiros por conta de que o Alex e o Marcelo se distanciavam na frente, o Spin abriu o jogo e o Alex ficou meio emburrado. Mas foi coisa rápida o mal-humor da turma, um pouco depois já estaríamos dando risadas juntos. Depois desse dia o Tex e o Cielo foram bem mais juntos com o resto da cambada.
Como a gente tinha combinado, seguimos até Barra, que é um caminho fácil, onde a Dna Joelma nos esperava preocupada por conta do horário, já estava escurecendo. Ela lavou nossas roupas enquanto a gente cada um seguia pro seu banho. O Leiva descobriu que estava com o pneu furado, mas já sem forças, resolveu deixar pra trocar depois. Jantamos muito bem na companhia da Dna Joelma e do Seu João, um casal bom de papo e cheio de histórias. O Leiva se deu mal com uma pimenta oferecida pelo Seu João. Ele tinha avisado que a bicha era o "capeta", mas o Leiva acabou confirmando isso só no prato mesmo, rs.




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